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Casa e saúde: humidade ideal, bolor e hábitos do dia a dia

A humidade relativa dentro de casa deve andar, em regra, entre 40% e 60%. Acima disso durante muito tempo, as superfícies frias ficam húmidas e o bolor encontra condições para crescer; muito abaixo, o ar fica seco e desconfortável. Em Portugal o problema costuma ser o excesso: 32,1% dos residentes vivem em casas com humidade ou infiltrações, e 63,2% dos residentes em Lisboa relatam desconforto térmico no inverno.

Estes guias são para quem quer perceber como hábitos comuns afetam a casa, como secar roupa dentro de casa, usar aquecedores a gás ou viver com janelas de alumínio sem corte térmico, e para quem tem dúvidas sobre o que a evidência diz da relação entre humidade e saúde.

A ideia-chave: pequenos hábitos mudam os números. Um aquecedor a gás aquece, mas também liberta vapor de água ao queimar; a roupa a secar na sala faz parte dos cerca de 10 litros de água que uma família de quatro põe no ar por dia. Comece por humidade ideal em casa e, se tem dúvidas sobre saúde, leia humidade e saúde.

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Perguntas frequentes

As orientações da OMS de 2009 associam a humidade e o bolor em espaços interiores a mais sintomas respiratórios e asma, sobretudo em crianças e em pessoas com doenças respiratórias. Isso não significa que uma mancha pequena seja uma emergência. Limpe a mancha, corrija a causa e, se alguém em casa tiver sintomas persistentes, fale com o médico de família.

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